Posts Tagged ‘Yoga’

Dharma

quinta-feira, maio 27th, 2010

Por  Jagannath

Dharma no yoga significa que cada pessoa deve levar sua vida de modo que não cause nenhuma dor a qualquer ser vivo. Esse é o dever supremo. Além disso, é dever de todo aquele que teve a chance deste nascimento humano de poupar uma parte das suas energias ocasionalmente para oração e repetição do santo nome do Senhor seja em orações, como em meditação e mantras. É preciso dedicar-se a uma vida de verdade, retidão, paz e boas obras a serviço dos outros. É preciso ter medo de fazer atos que sejam prejudiciais a outras pessoas ou ações que causem desconforto a qualquer ser vivo, assim como se tem medo de tocar fogo ou perturbar a cobra. Deve-se ter muito apego e firmeza na execução de boas obras, em fazer os outros felizes e adorar ao Senhor Supremo, do mesmo modo como agora se tem para acumular ouro e riquezas. Essa é a ação correta (Dharma) de cada ser humano.O objetivo da vida humana e alcançar o amor imaculado, umas das ferramentas para isto e o Yoga.

O conhecimento do Absoluto – Vijnana Yoga

quinta-feira, maio 20th, 2010

Eu conheço a todos Ó Arjuna, igualmente seu passado, presente, e futuro, mas ninguém Me conhece.

Cap. 7 verso 26  - Bhagavad Gita

By Jagannath

O Senhor Krishna revela que Ele sabe o destino de todos os seres vivos e Isto inclui a sua existência passada, a sua existência presente e  futura. Isto confirma sua natureza onisciente e magnânima e que todos os seres sencientes móveis e imóveis em toda a criação são continuamente os objetos de seu interesse amoroso no passado, presente e futuro; Ainda que compreende-lo como Vasudeva a causa de todas as causas, o Senhor Supremo encarnado, sempre pronto a dar refúgio rápido e proteção a todos de calamidades e dificuldades, mesmo tal pessoa espiritualmente madura e evoluída, sábia e  iluminada é muito rara. O Senhor Krishna explica que, para ele nunca há qualquer ilusão, mas o seres encarnados sem a Sua graça emanada pelo mestre espiritual  numa sucessão discipular,  encontrará impossível desembaraçar-se de maia ou impressões sobrepostas ilusória a mente. Deve ficar claro que ninguém pode conhecer o Senhor Krishna por seus próprios esforços, independentemente de quão grande. Ele é conhecido apenas por seu  próprio desejo. Assim como o Senhor Krishna é conhecido por si mesmo nada pode conhecê-Lo.  Brama o semideus responsável pela  criação material e  Shiva a Divinidade  responsável  pela destruição material, por Sua graça conhecem parcialmente em certa medida ao Ser Supremo, de acordo com sua capacidade e gradação. O Katha Upanishad I.II.XXIII é categórico na sua declaração de que: O Senhor Supremo não pode ser atingido por instrução ou inteligência ou mesmo pela audição constante. Quem o próprio Senhor Supremo escolhe, apenas é capaz de alcançá-lO e nenhum outro. Só para o que Ele escolhe  revela Sua  rupa forma, guna ou qualidades e lila Seus passatempos fenomenais.

Ashtanga Yoga

terça-feira, maio 18th, 2010

Site e trabalho em yoga de Cathia Karin Heuser Wolff.   www.mangala.com.br

Mangala, popularmente significa sinal de sorte e também, casamento, lealdade, fidelidade, auspicioso, ou seja, aquilo que é bom, também o que leva à felicidade e prosperidade! Mangala Sutra é o nome do colar que o marido coloca na esposa no dia do casamento, assim como trocamos as alianças, e que protege a mulher!

Cathia Karin Heuser wolff

Cathia Karin Heuser Wolff. Ufa! este é o meu nome completo

Aos 19 anos começou a praticar yoga recebendo aulas de seu irmão Leandro Heuser, um ano mais tarde após concluir o curso de formação em yoga na UFSC (extensão universitária) começou a dar os primeiros passos para ensinar.

Uma das precursoras no ensino do Ashtanga Vinyasa Yoga no Brasil, trouxe este estilo à Porto Alegre onde fundou o Mangalam Yogashala.

Em 2001, 2003 e 2006/2007 e 2008 viaja para Índia, praticando com Saraswati Rangaswami e Sri Sharat Ragaswami, filha e neto do guruji, e com o próprio Patthabi Jois, aperfeiçoando sua prática e conhecimentos do Ashtanga Yoga.

Além de aprender com a família Jois, teve aulas com alguns dos reconhecidos professores de Ashtanga, certificados e autorizados: Kino Mc Gregor, Tim Feldman, Clayton Horton, Matthew Corigliano, Miachael Gannon. E também de Iyengar Yoga como Gustavo Ponce e Kalidas Nuyken, Hatha Yoga com Pedro Kupfer, Dharma Mitra, Power Yoga com Bryan Kest entre outros tantos queridos professores.

Estudou sãnscrito, chanting e Yoga Sutra no Ashtanga Yoga Nilaya (AYRI) com Lakshmisha Bhat, e também participou de diversos cursos sobre os Yoga Sutras e o Yoga de Krishnamacharya, com a família Desikachar no Brasil. Estuda Vedanta e seus textos através de Glória Arieira, participando de cursos com ela e Swami Dayananda Saraswati

Ministrou cursos para formação de professores e Workshops em diversos estados do Brasil.

Ashtanga Yoga Research Institute

Cursou artes Visuais na Ufrgs e desde os oito anos de idade fez aulas de dança entre Ballet Clássico, Jazz e Dança Contemporânea até os 22 anos.

Casada e mãe de uma filha, encontra na família o seu refúgio, “sou caseira, adoro cozinhar e ficar em casa curtindo um filminho com pipoca no sofá”

Agora já são + de 20 anos de prática, neste caminho tão bonito e realizador que é o Yoga, “encontrei no Ashtanga um prática para a vida”.

terça-feira, março 30th, 2010

Maykon Bernardo – Diretor do Centro Flor de Lótus
Graduado em Psicologia – UNESC: Criciúma
Especialista em Acupuntura – CIEPH: Florianópolis
Especialista em Massagem Chinesa – CIEPH: Florianópolis
Doutor em Acupuntura – Universidade de M.T.C.de Shandong: China
Formação de Raja Yoga – Ananda Marga: São Paulo
Formação em Hatha Vinyasa Yoga – Yogashala Florianópolis
Formação em Vinyasa FlowYoga – Moksha Studio: Porto Alegre
Formação em Tai Chi Chuan – Centro Flor de Lótus: Criciúma
Formação em Biopsicologia – Visão Futuro: Porangaba
Formação em Ch’ien Chi Kua – International League of Pakua: Florianópolis
Aprimoramento em Acupuntura, Tui-Ná e Medicina Interna
Universidade de M.T.C de Shandong: China

O despertar no Yoga – Jamile Ansolin

segunda-feira, fevereiro 1st, 2010

Foi lá no início do anos 90 o meu primeiro contato com yoga, minha primeira prática  inesquecível! Até hoje me lembro da sensação de felicidade que me invadiu, uma sensação de reconhecimento, de voltar para casa, de reencontrar com algo só meu e que estava esquecido em algum cantinho escuro do meu ser.
Depois de um desajeitado urdhva dhanurasa (ponte) senti uma expansão em meu coração e essa sensação percorrendo toda minha coluna e se espalhando por todo o corpo.  Senti nessa primeira aula todo um mundo novo se abrindo diante de mim. Através das posturas, a cada prática pode-se perceber mais e mais o quão mágico o yoga é e ver essa mágica desfazendo gradualmente  as nossas resistências, bloqueios, crenças limitantes. Independente de nosso conhecimento à respeito da tradição do yoga, essa antiga ciência carrega em sí milhares de anos de sabedoria e quer se acredite ou não o poder curativo do yoga se manifesta. Mesmo aqueles que a princípio buscam no yoga apenas uma atividade física, descobrem nessa prática algo mais.  E percebem que praticar regularmente produz impactos significativos em suas vidas.

Através da sensibilização  que a prática das posturas desperta em nosso corpo, começamos a perceber o que nos faz bem. Quais alimentos o corpo recebe melhor, que pensamentos sentimentos e atitudes nos conectam mais com um estado de paz e serenidade. Percebemos também o efeito destrutivo de certos pensamentos e emoções. Começamos a perceber nossos potenciais, despertamos nossa criatividade e momento a momento acordamos para um estado de mais plenitude.

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Introdução ao Yoga Sutra

terça-feira, janeiro 12th, 2010

por Maurício Wolff

Historicamente, a base de todas as diversas abordagens de Yoga é o Yoga Sutra, que representa o resumo de muitas gerações de cultura yogi. Patanjali não criou o Yoga, limitou-se a sintetizar o conhecimento Vedico. Esta obra foi composta entre os séculos II ac e IV dc.

Segundo Krishnamacharya, todos os conceitos do Yoga Sutra podem ser encontrados separadamente nos Vedas, Upanishads, Samkhya Kaarika e outros shastras. Essa obra, desenvolvida posteriormente por numerosos comentários, forma o texto base do Yoga como Darshana, isto é, um dos seis pontos de vista indiano sobre a Realidade Última e os modos de aproximar-se dessa Realidade .

São ao todo 195 aforismos que integram quatro livros:

* samadhi padah : sobre a perfeita compreensão
* sadhana padah : sobre a prática
* vibhuti padah : sobre os poderes
* kaivalya padah : sobre a libertação

Os seis Darshana são sistemas metafísicos ou filosóficos, com a mesma base axiomática: ciclo de renascimentos eterno (associado com uma cosmologia de ciclos eternos) e a possibilidade de transcender a existência fenomenal, sair do ciclo. Os outros Darshanas: vaisheshika (atomismo), nyaya (lógica), samkhya (enumeração de tatvas, purusha prakrti) yoga (técnicas de transcendência), mimansa (ritualística dos vedas) e vedanta (especulação metafísica)

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A Historia Do Yoga – Mauricio Wolff

terça-feira, janeiro 12th, 2010

Curioso por natureza e cético por experiência, o praticante de Yoga deve ter se perguntado em algum momento dos seus estudos qual é a idade do Yoga e da prática escolhida…

Para esta pergunta, como para quase todas, existem várias possíveis respostas. A primeira e mais óbvia é procurar as origens históricas da linhagem, método, ou Yoga em si. E aí começa a aventura.

A tradição na Índia faz com que o estudante reconheça a origem do seu conhecimento adquirido no seu professor, quer ele mantenha os ensinamentos exatamente como aprendeu ou tenha desenvolvido o que foi aprendido. Além de ser um ato de reconhecimento e humildade, é fato que se ele pode desenvolver algum aspecto da prática, é graças ao que ele aprendeu com o seu professor. Assim, ao perguntar para um professor indiano qual é a origem da matéria, o tradicional é desfiar uma lista de nomes de aluno-professor até a origem daquele conhecimento.

Na tradição ocidental, a origem do conhecimento está diretamente relacionada com documentos históricos. Apesar de raros antes dos romanos, eles são o que consideramos válido, pois a história precisa de validação documental. Dos pré-socráticos temos quase nada, mas os poucos fragmentos disponíveis são o que sustentam o nosso conhecimento da filosofia deles. Fragmentos e muita dedução. Neste ponto o método indiano parece mais preciso, pois pesa nos ombros do aluno manter a tradição ao longo do tempo. É possível que algo mude nos ensinos por alguma transformação da cultura, mas o que no mundo não se transforma de acordo com a necessidade? Parafraseando Heráclito, a única constante da qual podemos ter certeza é a constante mudança.

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SHiva Rea

terça-feira, agosto 4th, 2009

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Yoga tradicional vs. Yoga de marca

sexta-feira, julho 3rd, 2009

8044777-lgPedro Kupfer

Tive recentemente uma interessante conversação com o grande erudito David Frawley sobre o Yoga na atualidade. Lá pelas tantas, falando sobre a presente confusão entre as formas tradicionais e as novas modalidades que surgem a cada estação, ele se referiu a estas últimas usando uma expressão que me deixou surpreso. Ele disse: “esses são Yogas de marca” (trademark Yogas). Fiquei pasmo com essa taxativa afirmação mas, meditando um pouco no assunto, tive que concordar com este grande mestre.

Explico: as formas de Yoga pré-clássico, segundo o testemunho dos textos mais antigos (Vedas e Upanishads, até o séc. XV a.C.), são basicamente quatro: Karma Yoga, Jñana Yoga, Bhakti Yoga e Mantra Yoga (Yogas da ação, do conhecimento, da devoção e do som, respectivamente). A esses, acrescenta-se no período clássico (aproximadamente no séc. IV ou III a.C.) o Ashtanga Yoga de Patañjali, Yoga em oito etapas, que integra todos dos elementos anteriores às práticas de vitalização (pranayama), conduta adequada, concentração e meditação. Posteriormente, já na virada do primeiro milênio da nossa era, são acrescidas outras disciplinas claramente tântricas, como Kundalini Yoga, Hatha Yoga e Svara Yoga, nas quais a ênfase no aspecto prático está no despertar da energia latente, a sublimação da energia sexual e a disciplina física (purificações e posturas).

Os diferentes ramos do Yoga tradicional aqui listados são etapas (kanthas) e não sistemas separados e estanques. Esses distintos ramos dialogam constantemente entre si e espera-se que o praticante os use adequadamente, conforme o momento e a necessidade. Ensina o Srimad Bhagavatam: “O homem inteligente extrai a essência do conhecimento de todos os lugares, assim como a abelha coleta o néctar de cada flor”.

Dessa forma, extraindo a essência de cada prática, o yogi constrói seu próprio caminho no Yoga. Essa sempre foi a postura de grandes mestres como T. Krishnamacharya, Swami Satyananda ou T. K. V. Desikachar, que sempre se negaram a colocar um rótulo nos seus ensinamentos ou a dar a mesma solução para todos os problemas. Para estes mestres, não há uma receita única que deva ser seguida por todos os praticantes, assim como não há um prato capaz de satisfazer todos os paladares ou uma música capaz de agradar a todos os ouvidos.

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Os caminhos da yoga e da fé!

segunda-feira, janeiro 19th, 2009

Os caminhos da yoga e da fé! By Jagannathram11

Os diferentes caminhos (margas)  da yoga e da fé podem ser observados em diferentes ângulos e diferentes estágios na escala evolutiva das mesmas. O importante, sem dúvida, é que desde o ponto mais baixo deste caminho até o mais alto , cada passo é  importante e necessários para a construção do própria vida e meta.

Sem dúvida que existe um motivo maior, evolutivo, e partindo desta informação podemos trilhar as diferentes escolas de uma maneira natural sem preconceitos nem orgulho. Na Verdade Eterna não há tempo linear, o universo nos depara um momento necessário para ser realizado e comprendido!  Nos caminhos da yoga,  da fé , da vida, não existem melhores nem únicos, existem momentos de realização pessoal, e quando cooperamos pelo beneficio de todos e do Todo Maior, o próprio Universo é desvendado à nosso favor! Escolas e filosofias deveriam se unificar em cooperação e auxilio à todos na maturidade da própria existência!

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A Yoga da Bhagavad Gita

domingo, janeiro 11th, 2009

ser2A Yoga da Bhagavad Gita
Jagannatha Das

Desde que comecei a minha prática de Yoga, uma atenção especial tenho tido no estudo da Bhagavad Gita. Esta diálogo Divino nos esclarece acerca das mais profundas e atemporais verdades acerca da alma (jiva), do tempo (kala), das atividades (karma), da natureza (prakriti) e sobre tudo isto, uma clara informação acerca da Suprema Personalidade de Deus! Estas cinco verdades ou Tatvas, formam a dádiva Divina a ser entregue a alma espiritual perdida do seu eixo, entregando a ela, de uma forma aberta, clara e cientifica o verdadeiro conhecimento que nos levara da ignorancia, que nos causa tanta dor e confução a luz que nos traz a paz e felicidade por tanto tempo almejada! Podemos analizar a Bhagavad Gita de inúmeras formas, uma delas como o imperioso livro do yoga. possibilitando ao praticante sincero um conhecimento acerca da totalidade do Ser da sua essencia do seu propósito e destino.

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A PROPAGANDA E O YOGA

quinta-feira, janeiro 8th, 2009

A propaganda e o Yoga
Humberto Meneghin12112008_113125

Embalados pela popularidade do Yoga, publicitários, propagandistas e marketeiros descobriram mais um filão: vincular a imagem de alguns produtos ao Yoga. A ciência da comunicação, o meio e a mensagem vêem o Yoga como mais uma nova e boa oportunidade para promover e vender produtos, mas nem sempre são eficazes em realizarem o liame entre o Yoga e o produto que se pretendem vender.

A maioria dos criadores da mídia sabem que o Yoga veio da Índia, que proporciona relaxamento ao corpo físico, reduz o estresse, que as pessoas que o praticam são esbeltas, ativas e além de tudo são zen.

Ao receberem a conta do cliente, o pessoal da criação realiza um brainstorm, ou seja, uma tempestade cerebral para linkar o produto ao tema a ser trabalhado e chegam à conclusão que devem vender a idéia do Yoga aos consumidores de uma forma que os convença que irão ter uma radiante melhora na qualidade de vida. Mas, o que significa ter uma radiante melhora na qualidade de vida?

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