Posts Tagged ‘FILOSOFIA DO YOGA’
quinta-feira, janeiro 8th, 2009
A justiça zen – Um vegetariano no Supremo

Quem é o ministro do Supremo Tribunal Federal Ayres Britto, o
vegetariano adepto da meditação que inovou na condução das eleições
municipais
Matheus Leitão
POSIÇÃO DE MINISTRO
Ayres Britto em seu gabinete. Votos sintonizados com a sociedade, como no caso das células-tronco. Estalo e insight são termos pouco usados para definir uma intensa experiência espiritual. Pois é com essas palavras que o ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal (STF), descreve como virou vegetariano, da noite para o dia, aos 15 anos de idade. A “energia do cosmos, força maior que nos circula”, ensinou numa manhã de 1958 para o adolescente em Propriá, interior de Sergipe: não é necessário abater um animal, sacrificá-lo, para que seu alimento seja feito todos os dias. A força maior o mudou de tal forma que trocar picanha – que ele amava – por alface não causou indigestão. “Mudar um hábito sem mudar uma pessoa é algo penoso, um sacrifício”, diz Ayres Britto. “Mas para a pessoa transformada é fácil: tudo se encaixa”.
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terça-feira, novembro 25th, 2008
Resenha do livro Light on Astanga Yoga
Markus J. Weininger
Iyengar, B.K.S.: Light on Astanga Yoga, Mumbai: Yog, 1999, 167 p.
Ao contrário do que alguns possam pensar ao ver o título, B.K.S. Iyengar, o mestre indiano de Puna que criou um estilo de Hatha Yoga mundialmente (re)conhecido pelas longas permanências nas posturas e a precisão no alinhamento, não está descrevendo o Ashtanga Vinyasa Yoga, estilo dinâmico e vigoroso de Hatha Yoga associado ao nome de K. Patthabi Jois de Mysore (sul da Índia) nesta obra. O pequeno livro aqui apresentado trata do Yoga de oito partes de Pantañjali (ata = oito e anga = membros, em sânscrito). O livro foi editado por alunos de Iyengar, com base numa palestra do mestre na ocasião do gurupurnima (lua cheia do mestre) em 30 de Julho 1996, no Ramamani Iyengar Memorial Yoga Institute. A contribuição de B.K.S. Iyengar para entender melhor o texto do Yoga Sutra de Patañjali é muito valiosa por três motivos: (mais…)
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Tags: Ashtanga, FILOSOFIA DO YOGA, hata
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terça-feira, novembro 18th, 2008
Ashtanga Mishra Bhakti – por Goura Nataraj Das
Este texto foi escrito em 2003 dentro de reflexões que me ocuparam durante aquela época. Está situado nas minhas discussões sobre o Vaishnavismo e o Yoga.
Nos últimos meses tenho dedicado uma considerável parte do meu tempo ao estudo e a prática do ashtanga yoga, o yoga de oito partes (angas) formulado no célebre Yoga-Sutra de Patanjali (séc.IIId.C). Seu primeiro aforisma, yogas citta vrtthi nirodhah – yoga é a cessação das alterações mentais – já demonstra claramente sua ligação com a tradição védica e de fato Srila Prabhupada confirma isto em numerosas citações dos sutras em seus comentários.
A prática regulada de restrições pelas quais a pessoa gradualmente se cura da doença do materialismo (vaidhi-bhakti) é brilhantemente descrita por Srila Prabhupada no comentário sobre o verso 59 do segundo capítulo da Bhagavad Gita onde ele faz uma comparação entre o estado são e o estado doentio da entidade viva citando explicitamente o astanga-yoga como um método naturalmente inferior e destinado a elevar o praticante ao estágio de lembrança constante da beleza de Sri Krishna (raganuga-bhakti). (mais…)
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Tags: Bhakti Yoga, FILOSOFIA DO YOGA, prabhupada, vaisnavismo
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sexta-feira, novembro 7th, 2008
| Ana Paula Malagueta Gondim |
Muitos falam demais, e o tempo todo. Poucos se dão a oportunidade de falar pouco, ou somente o necessário. Mais muito menos, se dão a chance de se silenciar, e ao invés de falar, ouvir. Se ouvir.
Acabei de retornar de um retiro, aonde tive a benção de estar por uma semana na presença do Professor Hermógenes e receber seus ensinamentos. E foi durante este período que surgiu a oportunidade de me silenciar, de vivenciar o mauna, o silêncio. Podendo assim, receber os ensinamentos mais valiosos, especialmente, para uma pessoa tão cética como eu.
“Deus quer falar, faça silêncio.” Foi com esta frase do Hermógenes em mente, que se iniciou o período de mauna para todos do retiro.
O processo todo foi realmente muito interessante, ainda mais, porque eu já fizera mauna outras vezes, com outras pessoas, em outras circunstâncias. Mas dessa vez eu pude experenciar algo que nunca fora possível antes. Tenho certeza de que o ambiente da montanha favoreceu muito. (mais…)
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sexta-feira, novembro 7th, 2008
TEXTOS DE SATYA SAI BABA SOBRE ALIMENTAÇÃO
“O alimento é importante para o corpo. Até para nascer, a comida é a razão. A mãe e o pai foram nutridos pelo alimento e, então, geraram uma criança. Os pais cresceram por causa da comida. O corpo inteiro é uma trouxa de alimentos. O tipo de pensamento que há em sua mente depende do tipo de comida que você tiver ingerido.”
“Se você se serve de comida sátvica (pura), então, haverá um efeito sátvico (puro).”
Você é o que você come!, p. 25
(citado de Conversações, p. 30)
“Assim como é a comida, é a mente; assim como é a mente, é o pensamento; assim como é o pensamento é a ação. A comida é um fator importante que determina atividade e preguiça, preocupação e calma, brilho e obscuridade…” (mais…)
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Tags: alimentação, ESSENCIAL, FILOSOFIA DO YOGA, Sai Baba, saude
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terça-feira, outubro 28th, 2008
A visão do corpo no Hatha Yoga
Pedro Kupfer |
O Hatha Yoga, ou “Yoga da Força”, é uma forma de Yoga pós-clássico (posterior ao Yoga Clássico do sábio Patañjali), que se desenvolveu sob influência do Vedanta, bem como das idéias do Nathismo, escola de Kaula Tantra, cujo fundador é o lendário sábio Matsyendranatha. Nesse método, o foco das práticas passa a ser o corpo, usado como ponto de partida para a investigação das realidades mais sutis e profundas dessa unidade chamada ser humano.
Os aspectos não visíveis do ser humano acima mencionados são o corpo sutil (pranamaya kosha), os centros e canais de energia (chakras e nadis), o potencial psico-espirital (kundalini), os poderes psíquicos (siddhis), a reflexão sobre a verdadeira natureza do Ser (atma) e sua relação com o mundo (jagat).
Até o surgimento desse método de Yoga, que, aliás, é até hoje o mais conhecido e popular, a visão que se tinha sobre o corpo humano no mundo da espiritualidade indiana era desabonadora e negativa. O corpo era considerado apenas uma bolha de pele recheada de carne, ossos, secreções e impurezas, fonte do sofrimento, do apego e da dor. (mais…)
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terça-feira, outubro 28th, 2008
Sobre a morte Diálogo do Mahabharata, comentado por Swami Dayananda
Este é um extrato do primeiro capítulo do Shrimat Sanatsujatiyam, uma seção do grande épico Mahabharata, que foi comentada por Swami Dayananda durante os encontros de estudo de março de 2007 no Ashram de Rishikesh, Índia. A transcrição e tradução dos diálogos do épico e os comentários que Swamiji entreteceu ao longo do texto, foi feita por Pedro Kupfer, para quem devem ser creditadas as eventuais equivocações.
Sejam todos muito bem-vindos. Temos um texto muito interessante para comentar. Um texto que nunca comentei antes. No Mahabharata, o grande épico, temos todos os assuntos possiveis: administração, a arte da guerra. Todas as emoções humanas devidamente ilustradas, o resultado e a conexão entre passado e presente, etc. Tem tanta psicologia, tanto dharma. Tem valores. Para cada valor existe um arquétipo. Como esses valores funcionam em situações dinâmicas, como aplicá-los e interpretá-los corretamente. E, finalmente, o grande tema que é moksha, a libertação.
Depois, temos vários outros diálogos no épico, afora a Bhagavad Gita, que apresentam moksha desde outros pontos de vista, mas sempre considerando queem está lendo/ouvindo. (mais…)
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quinta-feira, outubro 9th, 2008
| Ahimsa é aquilo que realmente somos |
Rodrigo Carvalho
Se ahimsa é um sinônimo de não-violência, é então uma premissa para a paz existir. Mas ahimsa deve ser uma não-violência ativa, como pregava Gandhi.
Nessa concepção ahimsa seria muito mais uma atitude benigna para com todos os seres, do que simplesmente não ferir, não matar ou não fazer o mal, pois não basta apenas evitá-lo ou então ser compassivo, porém sendo pouco participativo.
O primeiro passo consiste em perceber todos os nuances de agressividade que existem dentro de nós, pois essa está incorporada em várias manifestações de nossa vida, em várias ações. Como, por exemplo, no nosso excesso de senso crítico, que por vezes ultrapassa o limite da razão e nos faz “descarregar” alguma “carga” de sentimentos ruins – que estão encobertos ou que ainda nutrimos (prasupta e udaranam kleshas) – em pessoas ou nas coisas.
Essa agressividade manifesta-se, igualmente, em nossos pensamentos, em “atitudes mentais” como a que temos ao nos comprazer em ver uma pessoa “ruim” ser punida , quando alguma contravenção é descoberta. (mais…)
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Tags: filosofia, FILOSOFIA DO YOGA, psicologia, vida
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quinta-feira, outubro 9th, 2008
Meditação: um começo…
Sua Santidade, o Dalai Lama |
Vamos explorar as técnicas para mudar os nossos espíritos das suas vias habituais para outras mais virtuosas. Há dois métodos de meditação que devemos usar na nossa prática. Um, a meditação analítica, é o meio pelos quais nos familiarizamos com novas ideias e atitudes mentais. O outro é a meditação estabilizada, que foca o espírito no sujeito com que temos que nos familiarizar.
Embora naturalmente aspiremos a ser felizes e desejemos ultrapassar a miséria, continuamos a experimentar a dor e o sofrimento. Porquê? O budismo ensina que na verdade nós conspiramos com as causas e condições que criam a nossa infelicidade e somos muitas vezes relutantes em nos comprometermos em actividades que nos poderiam levar a uma felicidade mais duradoura. Como é que isto acontece? (mais…)
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Tags: FILOSOFIA DO YOGA, meditação, relaxamento
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segunda-feira, outubro 6th, 2008
Yoga e Fé
Testemunho de um pregador católico,
por Padre Zezinho
Muitas pessoas me perguntam se um cristão pode praticar Yoga, a qual inadvertidamente identificam como uma religião ou uma filosofia estranha. Não falta, inclusive, quem considere o yoga um caminho que, segundo elas, pode afastar alguém da fé.
Deixarei aqui registrado meu depoimento como padre católico. Aprendi como o Yoga durante o período em que precisei, de maneira especial, dessa disciplina para superar extrema tensão e cansaço. As leituras dos livros do prof. Hermógenes, a quem mais tarde conheci pessoalmente e a quem muito prezo, foram, sem sombra de dúvida, um caminho que até hoje me devolvem o controle de mim mesmo em situações difíceis. Junto à Bíblia, tornou-se meu jeito de trabalhar sem permitir que as tensões se somatizem. (mais…)
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Tags: cristão, fe, FILOSOFIA DO YOGA, praticas
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sexta-feira, outubro 3rd, 2008
Theoria X Praxis
Jose Hermogenes
Os efeitos prático-terapêuticos do Yoga são de tal modo evidentes e conhecidos, principalmente os do Hatha Yoga, que a tendência é uma generalizada negligência sobre o lado teórico do Yoga. Acredito ser oportuno lembrar que, ao lado de ser praxis, Yoga é theoria. E, ainda mais, para ser correta e eficiente como prática, deve ser fundamentada na teoria. Os dois aspectos, filosófico e prático, foram assinalados por Krishna na Bhagavad Gítá.
O discurso do Supremo Mestre, visando a salvar seu discípulo Arjuna de sua aflição, quando se recusava a combater na “Guerra Justa”, começa assim:
“Não houve um tempo no qual Eu não existisse, nem você, nem esses dirigentes de homens, nem, daqui para frente, nunca cessaremos de existir.”
Bhagavad Gítá, II:12
Com isso, discorrendo sobre a perenidade do Ser (mais…)
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Tags: filosofia, FILOSOFIA DO YOGA, Hatha
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sexta-feira, outubro 3rd, 2008
COMO SURGEM AS INSTABILIDADES NA MENTE?
Daniel Nodari Mahádev
A meditação deveria vir naturalmente,
como resultado da serenidade da mente,
como causa da prática do Sama (controle da mente),
Dama (controle dos sentidos),
Uparati (controle dos objetos dos sentidos) e
Pratyahara (abstração dos sentido).
Swámi Sivánanda
Fala-se tanto em Pátañjali e principalmente no seu mais famoso sútra I:2: Yogash chitta vritti nirodhah, Yoga é a inibição da instabilidade da consciência. Muitas traduções e interpretações sobre este aforismo já foram feitas e a idéia deste texto não é fazer mais uma tradução ou interpretação, o foco principal consiste em analisar um fragmento, o fragmento de como são gerados os vrittis. Mas para que a idéia principal do texto possa ser trabalhada é necessário que se faça pequenos comentários sobre este sútra. (mais…)
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Tags: FILOSOFIA DO YOGA, saude, vida
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sexta-feira, outubro 3rd, 2008
FIXAÇÃO OCULAR
Mahadeva
Drishtis são técnicas de fixação ocular que estimulam e revitalizam músculos e nervos óticos e ampliam a concentração. Podemos utilizar pontos de referência que estão no próprio corpo ou pontos externos ao corpo. Estas técnicas podem ser executadas como kriyá efetivamente e também associado aos ásanas, pránáyámas e bandhas.
Drishtis podem ser feitos de olhos abertos ou fechados, mas o ideal é que se execute drishti com os olhos semi-fechados, para não haver cansaço, forçamento e desconforto. Quando executado de olhos abertos recebem o nome de bahiranga drishti e atuam mais como kriyás. Quando executado de olhos fechados recebem o nome de antaranga drishti e atuam mais como exercícios focalizados para concentração e meditação. O estímulo exercido nos nervos óticos tem um reflexo direto nos sistema nervo central, fator que estimula ainda mais o samyama (dháraná, dhyána e samádhi). (mais…)
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sexta-feira, outubro 3rd, 2008

Não é difícil chegar à terceira idade com corpo e mente saudáveis. Alguns hábitos bem simples podem ajudar a manter a qualidade de nossas vidas, evitando inclusive problemas de saúde comuns nessa fase.Aqui vão 10 dicas que podem ajudar a manter o seu bem estar físico e emocional. Vale a pena tentar.
1 – Se alimente bem
Dê uma atenção especial ao momento das refeições. Prefira uma alimentação natural, evitando exagerar nas carnes vermelhas, que são de difícil digestão. Na hora de comer, procure não assistir à televisão, falar sobre coisas desagradáveis ou pensar em problemas que precisam ser solucionados. (mais…)
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quinta-feira, outubro 2nd, 2008
O que é poluição
Dá-se o nome de poluição a qualquer degradação (deterioração, estrago) das condições ambientais, do habitat de uma coletividade humana. É uma perda, mesmo que relativa, da qualidade de vida em decorrência de mudanças ambientais. São chamados de poluentes os agentes que provocam a poluição, como um ruído excessivo, um gás nocivo na atmosfera, detritos que sujam os rios ou praias ou ainda um cartaz publicitário que degrada o aspecto visual de uma paisagem. Seria possível relacionar centenas de poluentes e os tipos de poluição que ocasionam, mas vamos citar apenas mais dois exemplos.
Um deles são os agrotóxicos (DDT, inseticidas, pesticidas), muito utilizados para combater certos microorganismos e pragas, em especial na agricultura. Ocorre que o acúmulo desses produtos acaba por contaminar os alimentos com substâncias nocivas à saúde humana, às vezes até cancerígenas. Outro exemplo é o das chuvas ácidas, isto é, precipitações de água atmosférica carregada de ácido sulfúrico e de ácido nítrico. Esses ácidos, que corroem rapidamente a lataria dos automóveis, os metais de pontes e outras construções, além de afetarem as plantas e ocasionarem doenças respiratórias e da pele nas pessoas, são formados pela emissão de dióxido de enxofre e óxidos de nitrogênio por parte de certas indústrias. Esses gases, em contato com a água da atmosfera, desencadeiam reações químicas que originam aqueles ácidos. Muitas vezes essas chuvas ácidas vão ocorrer em locais distantes da região poluidora, inclusive em países vizinhos, devido aos ventos que carregam esses gases de uma área para outra. (mais…)
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Tags: BEM ESTAR, ECOVIDA, FILOSOFIA DO YOGA, saude
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quinta-feira, outubro 2nd, 2008

Comprometa-se!
Quanto mais você aceitar tanto seu lado bom quanto o ruim, tanto menos crítico será para com as pessoas que o cercam. Se estivermos dispostos a agir de forma honesta, cada relacionamento pode tornar-se um espelho. Quando reagimos com irritação desproporcional ao comportamento de outra pessoa, isso normalmente acontece porque tal atitude espelha algo que não queremos perceber em nós mesmos. Ao identificar e aceitar as múltiplas facetas de sua natureza, você estará se capacitando a aceitar com maior facilidade as pessoas e, portanto, a viver mais em paz consigo e com as pessoas que importam em sua vida. (mais…)
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Tags: BEM ESTAR, FILOSOFIA DO YOGA, saude
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quinta-feira, outubro 2nd, 2008

Bicicletas, ahimsa e a cultura do automóvel
Goura Nataraj
Uma das mais importantes qualidades de um brahmana, de um yogi, é a capacidade de reconhecer em tudo o que existe, nas mais diversas e distintas manifestações de existência, a unidade do brahman, o princípio único que subjaz em todos os fenômenos. Este olhar singular, este re-conhecimento místico, aparece na Bhagavad-gita sob o termo sama-darshinah – visão equânime. O yogi possui uma visão de igualdade. Na diversidade quase infinita do mundo material ele vê sempre o brahman, a divindade, a consciência suprema, por trás das formas sempre diferentes, sempre mutantes dos fenômenos.
Ao agir de acordo com este entendimento (mais…)
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Tags: FILOSOFIA DO YOGA, vida
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quarta-feira, outubro 1st, 2008
Normose
Professor Hermogenes
O sujeito “normal” é magro, alegre, belo, sociável e bem-sucedido. Quem não se “normaliza” acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento.A pergunta a ser feita é: quem espera o que de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas? Eles não existem. Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha “presença” através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo. (mais…)
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Tags: BEM ESTAR, FILOSOFIA DO YOGA, vegan
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