Posts Tagged ‘ecologia’

O clima esquenta para os oceanos

segunda-feira, setembro 14th, 2009

do Greenpeace Blog

De acordo com estudo encomendado pela Organização das Nações Unidas, o aquecimento global ameaça provocar extinção imediata dos recifes de corais. Além disso, a falta de serviços proporcionados por este rico ecossistema causaria um prejuízo de US$ 170 bilhões anuais. É mole ou quer mais?
O trabalho é do indiano Pavan Sujdev, que é um economista e vem tentando valorar o serviçoes ambientais trazidos pelos recifes de corais, como por exemplo a proteção da zona costeira e a alimentação aos peixes. Isso ainda, sem pensar no benefício em absorver naturalmente CO2 da atmosfera.
Segundo o estudo, um coral produz por ano entre 80 milhões e 1 bilhão de doláres em oportunidades para turismo e lazer. Também foi avaliada a proteção dos litorais às principais catastrofes naturais como inundações: entre US$ 25 e 34 milhoes anuais para cada hectare.

O estudo também tenta calcular o custo da recuperação dos recifes de coral: até US$ 542 mil por hectare. Esta operação, no entanto, recuperaria imediatamente US$ 129 mil por ano nos “serviços prestados”.
As taxas de CO2 na atmosfera, que atualmente chegam a 387 ppm (partes por milhão), deve ser inferior a 350 ppm para salvar os corais.

Alguém ainda duvida da importância de combater o aquecimento global para salvar os oceanos? E de salvar os oceanos para diminuir o aquecimento global?

Ainda que estudos que dêem valor aos serviões prestados pela natureza são muitas vezes questionados, vale considerar a importãncia de ecossistemas costeiros-marinhas para manter a estabilidade e a regulação da temperatura do planeta.

CATALOGO SUSTENTAVEL ON-LINE

sexta-feira, junho 5th, 2009

istock_000005997898xxlarge3Interessados já podem fazer suas consultas sobre produtos sem sair de casa, pela internet
Queijos, geladeiras, móveis para escritório e até tintas ecológicas. Quem está em busca destes, entre outros muitos tipos de produtos, em versão de baixo impacto ambiental, já tem a disposição uma ferramenta prática, confiável e gratuita para buscar on line por opções disponíveis no mercado em sua região do país: é o Catálogo de Produtos e Serviços Sustentáveis, da Fundação Getúlio Vargas.

A página de busca na internet foi desenvolvida pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas (GVces), com o apoio do Banco Real ABN AMRO, Parceiro Pioneiro do Akatu, e pretende estimular a adoção de boas práticas, ao promover o consumo racional e eficiente através da divulgação de produtos e serviços sustentáveis.

“O nosso propósito é informar os consumidores institucionais, entre eles governos e empresas, e também o público em geral sobre as relações entre consumo e meio ambiente, e futuramente incorporar questões sociais. Para isso, o consumidor terá acesso através do catálogo, às informações sobre a matéria-prima, o processo produtivo, a legislação pertinente e aos impactos ambientais associados à produção e ao consumo de bens e serviços”, explica Luciana Stocco Betiol, advogada e professora, que participa da coordenação do projeto.

No ar há pouco mais de um mês, o catálogo já foi acessado 13.000 vezes. O lançamento oficial aconteceu no dia 16 de abril, durante a III Feira Brasil Certificado, evento promovido pelo FSC Brasil (da sigla em inglês que significa Conselho Brasileiro de Manejo Florestal), pelo Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola), pela Amigos da Terra – Amazônia Brasileira e pelo Imazon (Instituo do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), em São Paulo.

Segundo Luciana, para ser considerado sustentável é preciso que o produto (ou serviço) preencha ao menos um dos critérios pré-definidos pelos organizadores, ao longo das pesquisas. “Com o tempo esperamos que este catálogo seja um impulsionador de boas práticas produtivas, passando a ser possível exigir no mínimo dois, três, quatro ou mais critérios para a inclusão de um produto no nosso catálogo. Assim que surgirem produtos mais sustentáveis do que os que se encontram hoje no catálogo, estes produtos serão retirados dando lugar aos que respondem a critérios mais exigentes”, conta a advogada.

Os critérios utilizados para classificação até o momento são exclusivamente ambientais e estão agrupados em grandes áreas, como, por exemplo: eficiência energética; origem renovável do recurso; toxicidade; biodegradabilidade; solubilidade em água; gestão de resíduos; impactos globais; racionalização etc. A partir de agora, o centro de pesquisas pretende elaborar também os critérios que avaliem os aspectos sociais, tais como saúde, educação, emprego, comunidades tradicionais, entre outros. No site o consumidor encontra descrição em maior detalhe do processo de classificação atualmente utilizado pelo catálogo.

O projeto implantado pela FGV foi organizado pela sub-coordenadora do Centro de Estudos em Sustentabilidade, Rachel Biderman, que verificou, em seus estudos sobre consumo sustentável, a necessidade de se criar um espaço imparcial, isto é, que não estivesse vinculado a promoção de marcas específicas, onde o consumidor pudesse buscar informações sobre o impacto ambiental do ciclo de vida dos mais diversos produtos e serviços – incluindo sua fabricação, consumo e descarte. “A idealização deste catálogo vem para suprir esta deficiência e auxiliar os consumidores a mudar seus padrões de consumo”, define Luciana.

A advogada conta ainda que o conteúdo inicial do catálogo sustentável foi produzido para o projeto de análise do banco de compras do estado de São Paulo, realizado pelo Centro da FGV para a Secretaria do Meio Ambiente, em 2006. Para conseguir organizar o banco de compras foram pensados critérios que permitissem identificar as opções mais sustentáveis, além de realizar uma pesquisa no mercado nacional para identificar a disponibilidade destes produtos. “Iniciou-se ai, a produção de um banco de dados de produtos mais sustentáveis, que nos inspirou a prosseguir nesta pesquisa, acrescendo aos produtos também os serviços sustentáveis, publicações a respeito do tema, bem como a sua divulgação gratuita a toda a coletividade”, descreve.

Para o consumidor consciente, interessado em maximizar os aspectos positivos de seu ato de consumo e, ao mesmo tempo minimizar os negativos, Luciana recomenda que fique atento aos critérios de sustentabilidade utilizados no catálogo na hora de escolher o que comprar, no seu daí a dia. Inclusive quando for comprar produtos tradicionais – não classificado como sustentáveis. No entanto, ressalta que a presença de um produto no catálogo não representa o mesmo que uma certificação. “O consumidor deve ter muito claro que não somos uma instituição certificadora, tampouco temos qualquer interesse em promover comercialmente este ou aquele produto.”, explica.

O objetivo da Instituição é continuar atualizando o catálogo anualmente, de modo que, no futuro, este possa apresentar uma larga amostra de produtos e serviços disponíveis no mercado brasileiro e que preencham critérios de sustentabilidade previamente definidos, não somente na dimensão ambiental. “Hoje o que temos é a consolidação em um ambiente virtual de pesquisas realizadas nos anos de 2006 e 2007, para governos sub-nacionais, por isso a sua limitação a algumas “famílias” de produtos. Este projeto é um projeto que exige pesquisa e atualização constante e que, por estar em seu nascedouro, não teria condições de abarcar todos os produtos nacionais”, continua a advogada.

No site existem dois espaços para o consumidor consciente participar diretamente da construção da ferramenta, por meio do “faça parte”, onde é possível indicar produtos ou serviços sustentáveis, e o “fale conosco”, espaço aberto para o consumidor manifestar-se sobre o conteúdo da página. As indicações dos internautas serão analisadas e, se aceitas pelo grupo técnico de aconselhamento do projeto, passaram a fazer parte das indicações.

O Catálogo de Produtos e Serviços Sustentáveis está disponível para consulta e comentários dos consumidores no link: www.catalogosustentavel.com.br.

Veja como é facil fazer de sua casa uma “Casa Ecológica”

terça-feira, janeiro 27th, 2009

casa

A“Casa Ecológica mostra que a luta pela preservação do meio ambiente pode começar na sua própria residência. Em um ambiente interativo, a Casa traz dicas divididas por cômodos. Até no cesto de lixo você aprenderá como evitar o desmatamento. Confira as dicas por cômodos.”

É muito legal, acesse o site abaixo e chegará a essa mesma conclusão. Funciona assim, quando você clica sobre um dos cômodos da casa ecológica uma nova página é aberta e com algumas dicas de como ajudar na preservação do meio ambiente, e não é nada distante, é algo que efetivamente deve ser feito dentro daquele cômodo mesmo.

Quem tiver a oportunidade visite o site e confira todos os cômodos da casa, você verá que realmente é possível ajudar o meio ambiente mesmo dentro de casa.

O projeto da Casa ecológica foi desenvolvido por técnicos do Greenpeace. Daremos algumas dicas que lá estão, mas é muito importante que cada um vá lá e visite todos os cômodos para tomar consciência do quanto é fácil ajudar.

http://www.compam.com.br/casaecologica.htm

O LIXO NOSSO DE CADA DIA

terça-feira, janeiro 27th, 2009

 lixo

O lixo brasileiro é considerado um dos mais ricos do mundo e sua reciclagem é fortemente sustentada pela catação informal.

O planeta atingiu este ano a marca de seis bilhões de pessoas. E esse enorme contingente humano terá que procurar sobrevivência em um mundo em que a deterioração do meio ambiente é um fato presente e uma realidade dolorosa. A degradação da condição humana é constatada, sobretudo, nas grandes cidades.
Estará o homem do terceiro milênio, da era da modernidade, preparado para o desafio de resolver os desequilíbrios ambientais e assegurar uma qualidade mínima de vida? Estará ele capacitado para realizar tarefas aparentemente simples como a de dar destinação adequada ao lixo produzido por todos os cantos do mundo?
A administração do lixo já é hoje uma das grandes preocupações na organização urbana. As instituições e entidades ambientalistas têm divulgado números astronômicos sobre o assunto. De acordo com os dados mais freqüentemente utilizados, só nos Estados Unidos, cada pessoa gera dois quilos de lixo por dia, alcançando um total anual de 190 trilhões de quilos. No Brasil, cada pessoa gera, em média, um quilo de lixo por dia. Por ano, são produzido 55 trilhões de quilos.
O lixo brasileiro é tido como um dos mais ricos do mundo. Mas, para Heliana Katia Campos, secretária-executiva do Fórum Nacional Lixo e Cidadania, da Unicef não está sendo dada a devida importância às questões relativas ao saneamento ambiental, em especial à coleta e destinação adequada dos resíduos. Ela alerta para o fato de que o descarte aleatório dos resíduos em nascentes, córregos, margens de rios e estradas, além de provocar problemas ambientais graves e poluir as águas, que muitas vezes são captadas para consumo, atrai para estes locais um exército de desempregados e famintos, que sobrevivem à custa da cata de resíduos para a sua alimentação e para comercialização. Katia ressalta ainda que o problema da catação de lixo por seres humanos é “regra geral”, de norte a sul do país, tanto em cidades de pequeno porte como nas grandes capitais. “É uma situação constrangedora e inaceitável, fruto da miséria, do desemprego e da busca desesperada pela sobrevivência”.
O programa da Unicef preconiza a necessidade de uma intervenção social voltada ao resgate da cidadania dos trabalhadores que vivem em condições de absoluta pobreza, “sobrevivendo das sobras e dos desperdícios dos mais afortunados”. Como alternativa à catação nos lixões, o Lixo e Cidadania procura incentivar a coleta seletiva, com a participação das famílias dos catadores, propiciando a geração de postos de trabalho e renda para as mesmas.
Reciclagem
A reciclagem no Brasil é fortemente sustentada pelos garimpeiros do lixo (catação informal). Os programas criados pelo poder púbico, muitas vezes em parceria com os catadores, também têm se difundido. Entre os principais méritos da reciclagem estão o de reduzir o volume de lixo de difícil degradação, o de contribuir para a economia de recursos naturais, o de prolongar a vida útil dos aterros sanitários, o de diminuir a poluição do solo, da água e do ar e o de evitar o desperdício, contribuindo para a preservação do meio ambiente. Trata-se de um processo de transformação de materiais para reaproveitamento na indústria e na agricultura.
São basicamente dois os modelos de programas de reciclagem implantados em municípios brasileiros: coleta seletiva de lixo e usinas de reciclagem. Há muitos exemplos de cidades em que a reciclagem já atingiu um estágio avançado, com resultados importantes. Curitiba (PR), com o programa “Lixo que não é lixo”, implantado há 10 anos, representa com louvor essas experiências bem sucedidas. Mas, de acordo com o levantamento da Unicef sobre a destinação final do lixo no Brasil, constata-se uma precária situação na maioria dos municípios: 88% deles não possuem conselho de meio ambiente, tido como principal instrumento de controle dos problemas ambientais. Apenas 34% das cidades têm um órgão ambiental especifico, em 25% são outras instâncias que respondem pela área ambiental e em 41% não há qualquer órgão responsável pela gestão ambiental.

fonte : http://www.compam.com.br/art_lixodia.htm

O primeiro supermercado verde da América Latina.

domingo, janeiro 18th, 2009

ds

PÃO DE AÇÚCAR ESTRÉIA LOJA VERDE EM INDAIATUBA
REDUZIR, REUTILIZAR E RECICLAR SÃO PRECEITOS QUE ENVOLVEM AÇÕES COMO:

Construção baseada no sistema LEED (Leadership in Energy and Environmental Design)
Mais alternativas em embalagens ecológicas e redução de sacolas plásticas
Certificação FSC e Selo Corporativo
Estações de reciclagem 100% recicladas e recicláveis
Reciclagem de resíduos orgânicos e sólidos, pilha e bateria
Ações educacionais para crianças
Funcionários com conhecimento de ações sócio-ambientais
Ampla participação de produtos orgânicos e sustentáveis

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Todos os seres tem direito à liberdade

sexta-feira, janeiro 16th, 2009

[http://www.youtube.com/watch?v=qVYAU_XL78w]